É preciso tornar-se superior à humanidade em poder, em grandeza de alma e também em desprezo...
"Eu não conheço nem a saída nem a entrada; sou tudo aquilo que não sabe nem sair nem entrar"
– assim suspira o homem moderno...Esse é o tipo de modernidade que nos adoeceu – a paz indolente, o compromisso covarde, toda a virtuosa sujidade do moderno Sim e Não da dualidade herdada do determinismo cartesiano.
Em primeiro lugar, sabe-se ser de pouca relevância se uma coisa é verdadeira ou não, desde
que se acredite que é verdadeira.
Como diz-se no ditado, o qual desconheço o seu verdadeiro autor:
" Uma Mentira dita repetidas vezes, acaba por ser aceita como Verdade".
Muitas vezes, o mais adequado é resignar-se ao silêncio, recompor-se conforme nossas convicções, para não pecar "ao jogar as pérolas aos porcos e nem por lançar as coisas santas aos cães."
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
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